21 de mar de 2011

Alanis. Eternamente.



me roubem o sangue das minhas veias

me roubem os olhos

me roubem todas as riquezas mundanas

arranquem de mim a pele e os músculos que me revestem

mas por favor

por favor

não tirem de mim minhas alegrias

não tirem de mim meus amores


não tirem o sopro de vida de uma criança que ainda merecia muitos anos de sol

não neguem a uma alma pura o ciclo da felicidade completa e nem deixem vazio os braços que a acolheram

não permitam que esse peito se torne devastadoramente frio

nos devolvam o nosso mais belo e doce verde olhar

não é possivel viver como um todo sem os pedaços do coração.





5 comentários:

  1. quanta beleza, fofura e elegância. E parabéns pelo belo poema! muito sensível, verdadeiro e tocante! miaaauuu...

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  2. O que aconteceu com a Alanis? ***coração apertado***

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  3. All my good wishes to you, Otávia!
    With Arthur on your side, friends like Ericka, and all your sensitivity and talents ......... "Everything is possible" !

    Warm greetings from Arizona,
    Margret

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  4. Me pergunto até onde vai a maldade humana?
    O coração aqui no Mato Grosso do Sul também chora pela Alanis...
    Nó na garganta.
    Forças Otávia e Erika. A justiça vem dos céus...

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