
me roubem o sangue das minhas veias
me roubem os olhos
me roubem todas as riquezas mundanas
arranquem de mim a pele e os músculos que me revestem
mas por favor
por favor
não tirem de mim minhas alegrias
não tirem de mim meus amores
não tirem o sopro de vida de uma criança que ainda merecia muitos anos de sol
não neguem a uma alma pura o ciclo da felicidade completa e nem deixem vazio os braços que a acolheram
não permitam que esse peito se torne devastadoramente frio
nos devolvam o nosso mais belo e doce verde olhar
não é possivel viver como um todo sem os pedaços do coração.
quanta beleza, fofura e elegância. E parabéns pelo belo poema! muito sensível, verdadeiro e tocante! miaaauuu...
ResponderExcluirO que aconteceu com a Alanis? ***coração apertado***
ResponderExcluirAll my good wishes to you, Otávia!
ResponderExcluirWith Arthur on your side, friends like Ericka, and all your sensitivity and talents ......... "Everything is possible" !
Warm greetings from Arizona,
Margret
Lindeza!
ResponderExcluirMe pergunto até onde vai a maldade humana?
ResponderExcluirO coração aqui no Mato Grosso do Sul também chora pela Alanis...
Nó na garganta.
Forças Otávia e Erika. A justiça vem dos céus...