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19 de set. de 2011

Gilda ~ amor tricolor que se espalha e multiplica

Lembram da Capitu, ilustríssima Amor Tricolor #1 ?

Sua mãe, a Jackie, conheceu a Gilda em nossa visita/viagem a SP para as comemorações do aniversário da Confraria

Quem é mãe de gato, na maioria das vezes, entende a dor do outro que também, como nossos filhos, sofreram abandono. E quem é mãe de tricolor, que o amor vai além do que simples olhos podem ver, carrega dentro de si um amor reluzente, como as pinceladas douradas de suas filhas, que se espalham no meio da escuridão.

A Jackie oficialmente se tornou madrinha da Gilda, mostrando que quando carregamos compaixão e bem-querer em nosso peito, a distância é um mero detalhe.

Por favor, nos ajudem a divulgar essa doçura e fazer com que ela encontra uma família DE VERDADE, que a ame para todo o sempre.

Boa Sorte, Gilda :)


21 de jun. de 2011

Milla - Prestação de Contas e Decisão

Desculpem o atraso, mas somente hoje pude dar uma parada ( provas, termino de semestre no trabalho, TCC, Arthur doente... ) e passar no petshop para pegar os gastos da Milla até o momento.

Bom, é o seguinte... 3 semanas já se passaram e nenhum dos "donos" veio procurá-la.
Fico imaginando o que seria dela se um psicopata a tivesse encontrado e os tipos de tortura que ela seria vitima. Aqui na minha cidade já teve casos de cadelas abusadas sexualmente.

A "casa" da Milla é perto de um arraial famoso de minha cidade e nos últimos dias há um fluxo ainda maior de carros e pessoas. Pessoas bêbadas, crianças com bombinhas de São João e demais riscos a ela se eu seguisse o plano original de soltá-la na rua.

Somete duas pessoas se interessaram por ela o que foi uma surpresa, se considerarmos que nossos gatinhos tiveram - mesmo depois de adotados - pelo menos 15 pessoas e o Feijão também teve mais 3 emails de interessados após sua adoção.

A Milla é porte pequeno, não é de latir, é uma cadelinha super meiga e brincalhona. Ela pede para fazer as necessidades na rua, não suja a casa DE MANEIRA ALGUMA, seria ideal para casas ou apartamentos.

Das duas pessoas que quiseram a Milla, as duas desistiram sem ao menos conhecê-la.
A ultima, hoje mesmo, se meteu em uma conversa que eu estava tendo com a moça do Lar Temporário e disse que queria conhecê-la, que iria na casa da moça, blá blá blá e nunca apareceu.

Eu fico me perguntando a razão de alguém fazer esse tipo de coisa. Será que acham que essas palavras - para um animal que está prestes a ir para a rua - são inofensivas?

Gastamos TEMPO, DEDICAÇÃO e DINHEIRO com cada um de nossos animais.
A não ser em casos que os possíveis adotantes já se mostram um lixo de imediato, avaliamos e nos interessamos em conversar com os interessados já que o que está em jogo é a chance de um animal judiado ser feliz.

A moça do Lar Temporário, diante da nossa decisão de devolvê-la às ruas hoje disse que ela poderia ficar na casa dela até que eu voltasse de viagem e durante esse tempo ela iria ajudar a procurar um lar para ela juntamente com minha amiga. Minha amiga concordou, mas ainda temos o problema financeira quanto às diárias.

Dessa vez irei pedir um apadrinhamento para a Milla durante o tempo que ela ficará com a moça do Lar Temporário. Quanto mais madrinhas ou padrinhos ela tiver mais tempo poderemos mantê-la segura e a salvo até alguém se apaixonar como nós.

No dia 28 - antes da minha viagem - irei fechar as diárias até o dia 30.

Se alguem se interessar, entre em contato pelo email do blog.

Infelizmente vou ficar devendo os scans das notas fiscais, mas irei postar assim que possível.

RAÇÃO SABOR & VIDA FILHOTES 1KG - R$10,60

GUIA RETRATIL ( ela não sabia passear usando a coleira então tivemos que optar por esse guia para ensiná-la ) - R$23,50

DOAÇÃO - ROYAL CANIN PERFORMANCE JUNIOR - 3KGS

COLEIRA AZUL - R$6,30

COMEDOURO - R$6,25

CIRURGIA DE ESTERILIZAÇÃO - R$250 ( R$100 nosso + R$150 de doações - saque do dia 16/06 )

1º PARTE DAS DIÁRIAS EM LAR TEMPORÁRIO - R$50

Total - 346,65

As doações da Milla até o dia 15 totalizavam R$200, no dia 16/06 fiz o saque para pagar o resto de sua cirurgia + R$40 para integrar a primeira parte das diárias.

Agradeço de coração às pessoas que mandaram contribuições, assim pudemos pagar a cirurgia dela, que era o mais importante :)

A Milla também conseguiu uma ajuda internacional, mais precisamente vinda dos EUA, além do cartãozinho lindo, vieram 50 dolares que se transformaram em R$80 para ajudar com as próximas diárias :)

Hoje ( 22/06 ) contamos com os R$80 + 40 ( nossos ) + 70 que foram doados ( muito obrigada! ) ou seja, o cofrinho da Milla conta com R$190 :)



Simplesmente não é justo... pessoas boas não deveriam se sentir tristes! ~ preciso dizer que quase chorei quando abri a cartinha?
Muito obrigada a todos vocês pelo carinho e confiança! :)

14 de abr. de 2011

All we need is love


Desculpem mais uma vez o atraso nas postagens, mas epoca de provas na faculdade e muito a fazer antes do feriado.

Sem falar que a inspiração de me fugiu de um jeito absurdo essa semana, mas ja estou preparando o próximo post.

Enquanto isso, compartilhem comigo mais essa estória de amor, postada originalmente no blog da Confraria de Miados e Latidos onde eu e Arthur fomos convidados a ter uma coluna semanal :)

Nós precisamos de amor.

Diante de todas as atrocidades que vemos todos os dias, precisamos de mostras de amor verdadeiro, puro e são.

Todos nós precisamos.

Mas serei egoísta em dizer que àqueles que trabalham com trabalho voluntário precisam de muito mais.

Para todas as outras pessoas, o trabalho dá remuneração, traz status e satisfação.

Mas para quem doa seu tempo, seus dias e seu coração para crianças carentes, idosos e animais abandonados, precisamos de muito mais amor para atravessar as adversidades, já que nesse trabalho nosso dinheiro é tirado, nossos dias vão além de 24hrs em preocupação para outros que nada tem a ver com nosso universo direto, alem do nosso peito ser repartido em pedaços e recosturado aos trancos diversas e diversas vezes.

Então, diante de tantas desgraças diárias que testemunhamos e nos chegam aos ouvidos, é com muito prazer que, de forma também muito egoísta, eu apresento a mais nova estória de amor que preencheu o meu peito remendado.

O meu querido Gênio foi adotado :)

E quem melhor para falar dessa experiencia do que sua nova, mamãe? Com vocês, uma breve entrevista da Viviane Magalhães.

1- Quando e como você começou a ter gatos?

Depois que fui morar sozinha a primeira coisa que fiz foi pegar o Snarf. Isso faz 12 anos! Era uma vontade louca desde pequena, mas morando com meus pais era impossível.

2- Quais são as características felinas que mais a atraem ?

A independência. Isso para mim demonstra claramente que, quando estão te pedindo carinho ou colo, é totalmente sincero.

3- Quais os tipos de comentário que recebeu / recebe sobre seus gatos?

Muito mais do Snarf: “credo, nunca vi gato tão grande na minha vida!” :D Da Lilica: que coisinha mais meiguinha! Da Bié: Que bolinha! E agora do Gênio: Que querido!
Lógico que escutei ao longo da vida coisas do tipo: nao dorme com seus gatos, entra pelo nos pulmões, dá asma etc… Olha, não dá, tá gente? To viva e sã! :)

4- Quantos gatos você tem hoje em dia? Foram comprados ou adotados?

Tenho atualmente 4 gatos. TODOS ADOTADOS. NENHUM COMPRADO. ( Tá certo que só eu acho maine coon na rua né, mas… achei! :D )
Snarf veio do quintal de uma pessoa, com 2 meses. Bié veio da gaiola de um pet shop de esquina. Lilica foi rejeitada porque tem uma cicatriz no pescoço e o Fifo (ex-gênio) veio como veio.

5- Nos fale sobre seu ultimo gatinho adotado, o Gênio. Você já com 3 gatos, idosos, o que lhe incentivou a adotar mais um? E por que escolheu o Gênio?

O Gênio me escolheu. Eu sempre tive na cabeça que, se fosse ter mais um gato, seria da idade dos meus. Eles tem cerca de 12 anos. Sei de tudo o que falam, que vai custar, que vai precisar de tratamento, que vai dar muito trabalho, etc etc etc. Mas eu não estou nem aí. Eu o quis assim, do exato jeito que ele é. Soube da existência dele uns meses atrás. Muitos gatinhos passaram pelo meu lar temporário, inclusive a Pérola, uma siamesa de um mês de idade, apaixonante. Não fiquei com nenhum . Eu sabia que não eram meus.

Uns dois meses atrás comecei a pensar no Gênio, que ele ia adorar ficar comigo, mas eu sempre tive dentro de mim que nesta casa cabiam três. Até ver um gato preto “espírito” aqui comecei a ver. Quando cheguei no LT perguntei direto por ele, para ver sua carinha e ver se ele era meu mesmo. Claro que levei, né?
Agora, por que um gato idoso, sendo que tive muitos outros filhotinhos aqui? Porque quem tem consciência mesmo do trabalho não pensa na idade, pensa no gato. E que chances teria um pretinho idoso? Bom, se querem saber se me arrependi? Sinto muito. O gato é meu! Já era! :D Não devolvo nunca mais. ^^

6- Muitas pessoas tem preconceito com gatos adultos e ainda mais com gatos na meia idade. Acreditam que o animal não irá se acostumara a rotina da nova casa, aos novos membros animais da família, etc. Poderia relatar sua experiência de adaptação com gatos adultos? Quais as vantagens deles em relação a um filhote?

Queridos, tudo o que eu posso dizer é: lenda! Primeiro eu confio no poder da Criação. Eles foram feitos para se adaptar aonde quer que estejam. Eles, de alguma maneira, sabem que precisam se adaptar. Aqui em 5 dias (passando baunilha para ficarem com o mesmo cheiro) todos estavam dormindo no mesmo lugar. Até minha outra pretinha, que tem uma espécie de lupus felino, não se importou (desde que ele não pegue o travesseiro dela… :D ). Recomendo largamente que se adote um gatinho adulto. Ele vem pronto, não faz mais bagunça na casa, dá todo carinho que pode, é calmo e, por experiência própria, até adestrar você consegue um pouco. Recomendo! São lindos e carinhosos, com a maturidade que você quer!

7- Como guardiã de gatinhos idosos há dificuldades em encontrar produtos e serviços veterinários adequados para essa faixa etária? Quais as principais exigências de um gato nessa idade?

Não há dificuldade nenhuma de encontrar veterinários e serviços para gatos mais velhos. Experiência de quem tem uma gata que necessita de cuidados constantes:tudo é fácil. Desde clínicas até remédios. Parece até que eles colaboram mais nos exames. Fiquem tranquilos quanto a isso. É tudo ótimo! isso sem contar a imensa variedade de rações existente o mercado. Vai desde maine coon até vira-latas!
A única diferença que sinto entre um gato com mais idade e um jovenzinho é que todos os dias presto atenção se estão se alimentando direito. Fico de olho mesmo, pq qualquer sintoma desses pode anunciar uma lipidose ou algo parecido. Mas isso é uma coisa minha. A bem da verdade, nadica de nada! Só os levei para limpar os dentes uma vez. É caro sim, mas uma vez na vida não nos mata, não é mesmo?

8- Qual a importância do papel de donos de gatos que seguem a Guarda Responsável para a quebra de preconceitos não somente aos felinos, mas para pilares da GR, como castração, criação indoor, alimentação de qualidade, etc?

É muito importante o exemplo. Alguém que vê que você segue exatamente o que você prega vai acreditar e tentar seguir o mesmo. Vai entender que seus bichinhos vivem mais e melhor porque você soube como cuidar. Vai querer que seu bichinho siga até sua idade senil com a mesma saúde que os seus estão chegando. Vai notar que o gato senil que você adotou ganhou muito mais qualidade de vida, ao contrário do que se pensava, incentivando assim a adoção de um bichinho mais velho também. Ou seja: acredito no exemplo. Se eu pude adotar um bichinho adulto e pretinho, então eles valem a pena! E assim o preconceito vai se diluindo.

9- Deixe uma mensagem para uma pessoa que pensa em adotar seu primeiro gatinho.

A você que pensa em adotar seu primeiro gatito: Seja bem vindo a esse maravilhoso mundo de pelos e patinhas, lambidas e ronrons, bolinhas e ratinhos, que encantam e divertem. São lindos e independentes, te amam com a mesma intensidade que você os amará. Pense no caso de um gatito adulto: ele já vem pronto e se você der sorte como eu dei, ele vai acender luz, abrir portas, abrir forno e mais um monte de coisinhas que só um bicho adulto e inteligente como o gato sabe associar e também surpreender as suas visitas. Acredite em mim, vale a pena!!!

*******

Como puderam ver ( ler ) essa estória de amor não é minha. Eu fui apenas uma pequena parte quando me deram o privilegio de ser a madrinha do Gênio. A mão e pena que deu inicio à tudo foi do pessoal da Confraria de Miados e Latidos. Foram eles que resgataram meu preto, que cuidaram dele, que o fizeram se sentir amado e querido depois do abandono covarde. Que deram a ele uma vida digna em seus anos dourados e uma chance para que ele pudesse confiar em nós novamente e conquistar a Viviane e todos os seus irmãos mais velhos.

Então, Confraria, muito obrigada! Obrigada por ter dado a mim, tão longe nessa ilhazinha, uma razão para sorrir e renovar meus laços com esse trabalho que fazemos. Vivi, muito obrigada por ter dado sua atenção à essa madrinha louca e longe e pelo seu coração aberto não somente ao Gênio, mas aos outros que em seus braços encontraram paz, que o Gênio viva junto com os irmãos por longos outros anos, felizes ao seu lado.

Além de uma estória de amor, essa é uma estória de esperança. Para mim, que tirou um gato da rua com quase 1 ano de idade, para àqueles que acreditam e lutam para que animais adultos tenham a oportunidade de darem amor novamente e que mais que tudo, que sabem que eles também precisam e são merecedores de amor. Acho que posso dizer por todos que coisas assim nós fazem sentir menos só.

Gênio, agora Fifo, meu preto lindo, o coração da ex-madrinha ainda tem um pedaço só seu, viu?

E agora, com a Troia ( minha nova afilhada ), ele se reparte, de forma feliz, mais uma vez.




“Quando você achar que não existe amor no mundo, olhe nos olhos do gato deitado em seu colo.”

~ antigo provérbio Galês



27 de fev. de 2011

Amor à Distância, Apadrinhando Animais :)


Às vezes vejo pessoas que dizem que queriam muito um animal, mas por algum motivo não podem. Às vezes alguém da família não deseja ter um bicho, ou a pessoa trabalha e estuda e passa a maior parte do tempo fora de casa ou mora em um local pequeno, entre outras variáveis.

Como já expliquei, o meu voluntariado com animais começou oficialmente quando o Arthur finalmente veio morar conosco, mas depois de me decepcionar muito com algumas pessoas e principalmente porque ainda não me recuperei de verdade pelo que aconteceu com o Rafael, eu prefiro não resgatar se for possível .

Prefiro tentar conscientizar as pessoas, fazendo vídeos, conversando, escrevendo para o blog, ajudando com uma doação aqui e ali, arrumando castração mais em conta para uma pessoa com menores condições financeiras, mas que realmente quer ser responsável por seus bichos, etc.

Depois da Amélie ( filhotinha que veio muito doente de uma colônia de gatos abandonados em dezembro ) ainda não apareceu nenhum bichinho na minha frente e acredito que isso deve ser um sinal que tomei uma boa decisão. O que não vale é cruzar os braços!

Não faço mais parte da Associação de Defesa dos Animais aqui da minha cidade, mas enquanto membro, criava banners de conscientização, lidava com as pessoas através do Orkut, dando orientações e respondendo emails sobre o que fazer com um animal abandonado/órfão, levantava doações monetárias e de ração e também criei uma campanha chamada Padrinhos Amados, onde a pessoa sem possibilidades de manter um animal em sua casa poderia ajudar com um valor mínimo de R$20 ou 2 kilos de ração, ao escolher um dos cães ou gatos para adoção e colaborar com sua manutenção até a adoção.

Sei que os custos com um animal ultrapassam em muito esse valor, mas é um jeito de envolver mais pessoas para a realidade do abandono e doação responsável, um valor pequeno que pode gerar um compromisso, o dever social que cada um de nós temos com esses animais.

Já apadrinhei alguns bichinhos em meu período sem resgates. Um saco de ração, vacinas, o valor de uma castração, coisas que não se comparam com o cuidado que o protetor responsável por eles têm 24hrs ao dia, 7 dias por semana, mas que fazem a diferença quando há 10, 15 bocas a serem alimentadas.

Estou longe de ser rica ( se bem que meu irmão é juiz e não ajuda nada nem ninguém :P ) , mas ainda moro com os meus pais, tenho um salário suficiente para minhas despesas pessoais, para o Arthur e o que sobra, em vez de gastar com algum supérfluo, prefiro ajudar um gato ou cão que não tem ninguém e depois compartilhar a felicidade deles ao encontrar um bom lar.

O apadrinhamento de um animal é um compromisso que deve ser levado com seriedade por ambas as partes, então é necessário pensar bastante no assunto.

Ao pedirmos ajuda para um animal e oferecê-lo como afilhado, devemos ser responsáveis e amigáveis, mandar noticias e/ou fotos sempre que possível e dar retorno sobre os acontecimentos, afinal, mesmo de longe, os padrinhos e madrinhas criam laços verdadeiros com essas crianças peludas.

Sempre é bom lembrar que a prestação de contas é uma ferramenta importantíssima para conseguir e manter a confiança das pessoas que ajudam aquele animal, um reflexo do trabalho sério da organização e do caráter idôneo do protetor.

Nós, como padrinhos ou madrinhas, temos que nos certificar que sempre estaremos com aquela quantia monetária ou de ração, ou medicamento, etc, para aquele animal e no caso de uma emergência, avisar com antecedência o protetor, afinal além de ser um ato cortês, o prepara para assumir aquele gasto até ajudarmos novamente.

O ultimo animal que apadrinhei, uma cadelinha, consegui mais 3 pessoas para contribuir juntamente comigo, pois divulguei a idéia. Apadrinhar também pode se tornar mais uma rede do bem em prol dos animais.

Então, sem mais delongas, apresento meu mais novo afilhado, o Gênio, um lindo senhor paulista!


Perguntei para a Tatis da Confraria de Miados e Latidos quem mais estava precisando de uma madrinha e ela logo disparou o nome dele. O Gênio foi deixado para trás pelos donos ao se mudarem da casa. Além da idade, é preto e infelizmente as chances dele ser adotado e viver o resto da vida em um lar com uma família são pequenas.

Eu realmente espero que ele possa encontrar alguém que o veja com os olhos do coração assim como eu e o Arthur nos encontramos ( já me disseram que por ele ser tigrado – pelagem “comum” - também seria dificilmente adotado) , mas até lá, vou dando uma mãozinha para a maravilhosa Confraria que está responsável por ele e por muitos outros gatinhos que esperam pais ou padrinhos.



Você que tem um pouquinho sobrando no final do mês que tal encontrar uma ONG ou um protetor confiável e ter um afilhado também?

Apadrinhar é amar de longe e todo tipo de amor é sempre válido!