Eu tenho uma amiga protetora de animas, ela é voluntária do Adote um Gatinho aqui na Baixada Santista (Oi Paulinha!!!) .
Paulinha tem um imã felino. Ela vive encontrando gatinhos necessitados e ajuda a arrumar um lar para eles, fora os 10 gatos que ela tem em sua casa!
Era maio de 2008 e eu estava navegando no meu orkut quando vi no álbum dela uma foto da mais nova gatinha achada na rua. Uma escaminha sem um olhinho, de aproximadamente 2 meses.
Meu coração disparou e eu soube que ela teria muitas dificuldades de ser adotada, normalmente gatos com essa pelagem (que eu acho linda) não são muito populares para adoção, e ainda por cima a gatinha tinha um olhinho só...
Eu sabia que ela tinha que ser minha! Conversei com a minha mãe (eu ainda era solteira e morava com ela, e nós já tínhamos dois gatos: o Otávio que agora é uma estrelinha no céu e a Luminha), mas ela, assim que viu a foto, também se apaixonou e lá fui eu até o Guarujá buscar minha filha.
Muita gente me pergunta se ela tem alguma dificuldade por causa da falta do olhinho. Segundo o veterinário, deve ter sido perdido por conta de uma rinotraqueíte que não foi cuidada, porém ela não tem nenhuma dificuldade.
Brinca muito, come bem, pede carinho, enfim, é uma gatinha normal, apenas um pouco assustada por tudo que sofreu nas ruas e, talvez, apenas mais falante que um outro gatinho, pois ela conversa e responde o que a gente fala com ela, talvez seja uma das maneiras dela de compensar a deficiência.
Adotar a Tuki foi a melhor coisa que fizemos. Ela é fofa, alegre, brincalhona, e muuuito, muuuito carinhosa, principalmente comigo e com a minha mãe.
Espero que este depoimento sirva para ajudar a acabar com o preconceito com as gatinhas de pelagem de escaminha.
Gato é gato, não importa a cor de seus pêlos. E também para acabar com o preconceito contra animais deficientes! A Tuki é uma gatinha que leva uma vida normal e ela só perdeu seu olhinho porque existem pessoas no mundo que desconhecem a Posse Responsável, que jogam seus animais nas ruas, que não castram seus gatos e que ignoram quando vêem uma gatinha pequena e doente pedindo ajuda nas ruas.
A Tuki teve sorte de ter encontrado a Paulinha em sua vida. E eu tenho sorte de ter a Tuki como minha filha!

Meu bebê!!! Lindaaaa!
ResponderExcluirObrigada, Otávia!